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Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

UM POEMA DE AMOR



Faço-te um poema de amor!

Com letras macias que te rocem o ouvido,

Que se insinue num morno calor,

E te desperte como um corpo despido.
Numa escrita suave penetro o teu ser,
Com minhas letras tocarei teus sentidos,
Percorrerei teus caminhos a escrever,
Os desejos mais secretos e proibidos.
Derramarei nas linhas meu desejo a escorrer,
Em cada verso suavemente escrito,
Entre rimas que instiguem o prazer,
Dando à linguagem um sentido atrevido.
Trago-te imagens em forma de palavras,
Que uma doce sensação te inspire
Delire em minhas rimas encharcadas,
Lambuzadas no mel mais doce que existe.
Escorrendo por todo o meu poema,
Transmitindo todo aroma e sabor,
As letras como uma pele morena,
Que te fazem um poema de amor!


              (NLC

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2 comentários:

Anônimo disse...

Diria ser uma delícia de poema... adoçou-me a alma! Delirei nas tuas entrelinhas, bom provar de teu mel. Beijos, Profanum!

Emmanuel Almeida disse...

Doce seu Poetizar, Poeta!