frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

segunda-feira, 31 de março de 2014

AMOR EM POESIA

Pelo habitat de tua vertente,
Deslizo minhas mãos pelo seu corpo
E decifro o enigma existente
No teu ser que me alicia em conforto.
 

Tuas mãos a descobrir os meus segredos
Traduzem em braile as minhas consoantes
Nos teus versos sinto o gosto de teus beijos
E te provoco com minhas rimas insinuantes


Os teus lábios são labirintos
Que me envolve em salivas de amor,
Elevando-me pelos instintos
Entre os suores tomados em frescor.


Os meus lábios acolhem os teus verbos
Despertando nossa insana fantasia
E percorro o teu corpo com meus versos
Enquanto fazemos amor em poesia

Afagos
teus já me acolhem
No instante em que me vejo renascer
Dos laços que nos recolhem
Em devaneios que nos tomam em prazer.

Possua
meu ser com  movimentos loucos
Corpos suados, vozes roucas soltas ao ar
Nossos desejos aderidos um dentro do outro
Entre gemidos, nosso gozo vem nos banhar
(NLC  &  Homero de Luca)

4 comentários:

Anônimo disse...

Tão belo dueto feito laços de tanta beleza e encantamento. Abç :)

Anônimo disse...

Um dueto encantador com versos que se extraem do coração em linda sonoridade da alma poética a decifrar o amor em tantas nuances. Abç ;)

Sonia Gonçalves disse...

Lindo poetisa...um encanto!Adorei!Beijos

Sonia Gonçalves disse...

Belo!