frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

SONETO DA DESILUSÃO





Rabisquei alguns versos no papel
Com direito a rimar fantasia
 Minhas letras banhadas pelo mel
 Sonhando em fazer o amor em poesia  

 Porém meu coração desinventou
 Esquecendo dos versos de alegria
Manchados pela tinta que jorrou
Matando  toda a minha real poesia 

Com o meu poema fiz mil pedacinhos
 Todos os sonhos que nele continha
 o vento levou para outros caminhos

Agora tento só juntar letrinhas
 Para ler o que meu poema dizia
 Mas jaz pedaços na minha poesia

( NLC )

6 comentários:

Anônimo disse...

SERGIO NEVES - ...acho que um desses pedacinhos que fizeste da tua poesia o vento trouxe até a mim, ...que bom!...qualquer pedacinho de uma poesia tua vale por mil! / Meu carinho.

Samuel Balbinot disse...

Boa tarde poetisa querida..
fico tri feliz de ver teu primeiro soneto.. e desejo que outros venham para brindar o teu ser..
tens capacidade para ir muito além
bjs e até sempre

Nilson Ferreira disse...

Viu, é só tentar. O soneto é uma forma fixa de fazer poemas muito especial.

Lucy Mara Mansanaris disse...

Boa noite amiga.
Muito lindo soneto. Uma inspiração ímpar e muito bem poetizada, adorei tudo, parabéns!
Que os pedaços se juntem formando um novo poema, com muitas linhas de alegria.

Fica bem, um beijo, lu.

Luiz Santos disse...

Encantado com o belo soneto tão bem poetizado! Parabéns!

Nilson Ferreira disse...

Quando o coração de um poeta desinventa, o nosso coração se enche de riso, pois, vamos encontrar versos que alegra a alma. Lindo poetisa!