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Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

CRUZEIRO - O GUERREIRO DOS GRAMADOS


CRUZEIRO - O GUERREIRO DOS GRAMADOS

O teu azul brilhou fiel
E minha bandeira eu tremulei
Colhi estrelas céu em céu
Que no meu peito tatuei

A tua vitória em teu fulgor
Fez o brado da torcida ecoar
vibrar aos gritos pelo ar
Tua alegria e o teu clamor 



Ecoou o grito  zeiro, zeirooo
 Em um só ritmo de amor
 No infinito se orgulhou
A declarar pro mundo inteiro

Agora “Tetra”  se tornou
Com a bravura dos imortais
Toda a alterosa te exaltou
Pintou de azul, Minas Gerais 





















NLC
(** co-autoria Emanuel Angelo)


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Um comentário:

Samuel Balbinot disse...

Bem que falaste que estava a moldar tal poesia.. ficou perfeita Nara.. e merecida homenagem pq fizeram bonito mesmo.. e tu assim pode dormir coberta com a tua manta azul né querida rsrs bjs e até sempre