frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sexta-feira, 17 de abril de 2015

QUEM SABE, AMANHÃ...

Rascunhei ideias sobre a minha pele
Rabiscos de rimas incertas
Desenhei sentimentos sobre a epiderme
Desejos contidos numa prosa aberta
À procura das palavras certas...
E quem sabe no futuro
Escreva as letras de todas as frases
Encontre os versos que procuro.
E descubra um alfabeto
Secreto
Que caiba meu nome completo
E deixe-o solto pelo ar...
Quem sabe amanhã, o cinza vira azul
O sol volte a brilhar
E eu abra o baú
Onde aprisiono a poesia
Solte as palavras, deixe-as voar.
E vá com elas, nas asas da fantasia...


NLC

2 comentários:

Jayme Cardozo disse...

Que belo poema Narinha!
Parabéns!

NILL CRUZ disse...

Ainda a procura das palavras poetisa? rsss Que doce e belo poema!