frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sábado, 8 de agosto de 2015

O Divino e o Profano


Nas entrelinhas de um poema surreal
Profanos sentimentos se conjugam
Onde Eros, deus do amor sensual,
Habita em versos doces e lascivos
O divino e o profano se misturam
Em rimas que despertam os sentidos...


Se assim amor sorves ... seduzida
Versos, rimas instilam profana sedução.
Nas entrelinhas a sentir-se acariciada
Os sentidos cedem a luxúria... perdição!
Surreal meu poema lascivo a ti habita
Conjugando o divino e o profano tal paixão.


E nos versos que o poema abriga
Vestindo palavras de rimas nuas
Desejos inconfessos em consoantes
Três letras ardentes de imaginação
Desejos escondidos em rimas vibrantes
E palavras molhadas de paixão...

Divina e profana poesia tua arrebata-me.
Versos, rimas que suscitam loucuras, tesão
Revela-te nua... sussurra desejos ardentes
Nas letras inspiram-me secreta sedução...
Ah... palavras, ainda molhadas, sedutoras,
Eriçam-me numa louca e ereta vibração!



(NLC & Eros Profanum)

Um comentário:

Anônimo disse...

DELICIOSA VENTURA DE TER ME TIDO CONTIGO A POETIZAR TÃO BELA E INTENSA SEDUÇÃO... NAS ENTRELINHAS MEU E TEU ÊXTASE EM RIMAS DE PROFANA EXCITAÇÃO. ADOREI FAZER ESSE DUETO COM VC. BEIJOS COM GOSTO DE QUERO MAIS! BEIJOS PROFANUNS!