frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

UM NOVO POEMA




Neste amanhã incerto 

O que vou escrever 

Nem sei ao certo 

Mas tento esquecer 

Os planos e metas 

Sempre tão incompletas 

Onde insistia em me perder...



Hora de acordar bem cedo 

E sentar-me silenciosa 

Em frente à tela vazia 

Enfrentar uma dolorosa

Batalha com os teclados 

Calados de poesia 

E sangrar os dedos 

Nos espinhos do medo...




Em cada letra, enfrentando 

E sentir Saboreando 

O doce prazer 

Ao ver um novo poema nascer...

(NLC)

3 comentários:

elair cabral disse...

Minha nossa,que poema lindo. Cena de fundo casando estramento, admiração, encantamento...Sei, lá, a magia da poesia! Minhas reverências!!!

Ana Sofia Carvalho disse...

Fui transportada pelo poema, a imagética e a magnífica versão da música dos u2 cantada talvez pela Bjork (?). Não sei se parabenize ou agradeça. Talvz ambos. bjs poetisa. Venham mais! :)

Sonia gonçalves disse...

Parabéns menina poetisa...Sempre soube que tens talento escorrendo pelos dedos...
Eis a prova impregnastes as teclas sangrentas de poesia fluída que transcorre em tuas artérias desde a nascença...Espalhou a presença dos versos mais belos pelo mundo!!Parabéns querida...Beijos