frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A PORTA E O VENTO




Fechei a porta que estava entreaberta
Era passagem de vento, mas que importa
Soprava em rajadas errantes e incertas 
Era como chave que abria várias portas...

Mas minha porta era de vidro, e ele não viu
E já havia se partido em pedaços outrora
Pedaços colados, às rajadas de vento não resistiu
O seu peso e descuido foram demais agora

Construí agora uma porta de madeira
Trancada a cadeado que contém um segredo
E para decifrá-lo  poesias é a única maneira
Nunca em versos inacabados de um soneto 




(Além das siglas - NLC Poesias)

Um comentário:

O Escritor Randômico disse...

Exatamente o que acontece quando você mergulha em sua mente, o que antes era o suficiente pra explicar os seus sentimentos, agora não é mais suficiente. É preciso desenvolver-se como escritor pra poder colocar seus sentimentos em forma de palavras.
PS: Particularmente tenho muito trabalho para fazer um soneto ^^