frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sexta-feira, 22 de abril de 2016

SONETO SEM ASAS



Ahhh!! Mesmo quando eu era um pássaro ainda.

Quis alçar o meu voo rumo ao infinito.

Sentia a liberdade intensa e infinda

Podia ser então silêncio ou grito.


Pois havia em mim uma imensidão

Eu era  caçadora e também fera,

Várias notas em uma só canção

No verão eu tentei ser primavera.



De carne e alma o meu ser foi todo feito

A mente sempre esteve a me indagar

Mas sou eu mesma com o mesmo jeito.



Então guardei as asas do sonhar

E as rimas guardei dentro do meu peito

É hora de aprender a caminhar.


(Além das Siglas - NLC Poesias)

3 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Sem palavras! Lindo demais!


Votos de um excelente sábado!
Beijos

Coisas de Uma Vida 172

RACIONALISMO - ERA OU SEMPRE FOI? disse...

Sem palavras! Linda demais!

Votos de um excelente...
Beijos, béééé

reginapessoa disse...

nossa lindo demais teu poetar, acho que este desejo de voar persiste no pensamento da maioria dos poetas.