frase

Palavra alguma vale o delírio de ser poema sem ser alívio...

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

ENTRE O VIVER E O SONHAR


Estou estudando pra quê?
Leio, releio e faço exercício
Na ânsia de mais e mais aprender
Me concentrar é sempre difícil
A fome é de matemática, gramática
Ou de cozinha gourmet ??


O quê me traz mais esperança?

Observo a vida lá fora a passar

E absorvo Florbela Espanca . . .

Entre o viver e o sonhar

Numa dimensão paralela

Com o pensamento distante

Vejo mais um capítulo da novela
E lembro de voltaire nesse instante . . .
“O senso comum não é nada comum.” 

Aprendo, aplico, compreendo . . . Estudando!
Encontro o "X" da questão
Conjugo o verbo em frases tantas
Viajo nos movimentos da Física quântica . . .
Em pânico! E o ENEM se aproximando!!!


Com a cabeça “no mundo da lua”
Mas  os pés calçados no chão da Terra
A minha poesia adormece,vazia e nua
Assim minha alma caminha,  e não erra . . .



Poesias NLC




3 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Muito bom!

beijos
Bom fim de semana

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Escreverati De Luca disse...

Estudar é sempre bom... prazeroso, difícil mesmo é definir o foco. Bela poesia!

NILL CRUZ disse...


Oi, vi seu comentário no texto O QUE SIGNIFICA INSTANTE, rsss adorei a sua volta. Mas saiba que tenho lido você, ta. AQUI e no recanto. Obrigado pela visita carinhosa, por isso deixo aqui um poema meu:

GOTeJA

Chove
É gota de pingo
É chuvisco rindo
De um Mim
Que não move

Chove
É gota que cai
Num ir que não vai
Ao Mim
Que não corre

Chove
Goteja um mar
Num estar sem estar
Num Mim
Que comove

Chove
Estende um rio
Despenca o frio
No Mim
Que não morre

Chove
É gota miúda
Na alma graúda
Do Mim
Que dissolve.

Chove
Goteja a imagem
Rabisca a miragem
De um Mim
Que, chove.